
“Que tudo que venho escrever não seja em vão. Não se esvazie em meio ao não.
Não viaje pra perto, que voe para longe.
Que flua sobre os céus e a terra…que não fique somente no papel, que saia dele e pecorra mentes e corações.
Que tudo que venho escrever seja recado do coração, e não palavras que se apagam no ar.
Os meus rabiscos já fazem efeito borboleta.
Não se findam.
Não se concluem.
Que tudo que venho à escrever não julgue o meu próximo ou o deixe desmotivado.
Que tudo que venho à escrever seja para desabado do meu coração, pensamentos momentâneos, e levesa de minha alma”.
LA*
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